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LUTO

LUTO
abril 23, 2019

Regiane Alves – Psicologa

   

                   O  enfrentamento da morte de um ente querido torna-se muitas  vezes

um desafio difícil e complexo, pois é um período de grande dor ,causado por uma

intensa sensação de vazio e como se tudo deixasse de fazer sentido na vida do indivíduo
enlutado passar pelo processo de luto torna se uma das dores mais intensas que
uma pessoa possa vim a sentir, uma vez que a dor da perda e avassaladora que
desestabiliza o estado emocional do enlutado, portanto o luto é um processo pelo
qual devem ser vivenciado para que aconteça a cicatrização das feridas provocadas
pela perda de seu ente querido.

              O  luto é um processo com começo, meio e fim,

é absolutamente necessáriovivenciar todo o processo da perda de acordo com alguns estudioso o processo de  luto é composto por cinco estágios:

negação, raiva, barganha, depressão, e por
último aceitação.

                A pessoa enlutada precisa permitir-se vivenciar essas cinco fases
chegando até a última que é a aceitação quando se passar por todas essas fases
pode se dizer que houve uma elaboração da perda, mas quando esse processo não
é finalizado e se perpetua impedindo que o indivíduo retorne às suas atividades
cotidianas dar se então início ao que chamamos de luto mal elaborado podendo
chegar ao luto patológico.
No processo de elaboração do luto o atendimento psicológico irá ajudar o indivíduo
enlutado a encontrar ferramentas internas para a superação da perda. Juntos,
paciente e psicólogo, irão trabalhar na elaboração da perda construindo a ponte
para o fortalecimento do paciente e encontrar ferramentas para enfrentar as
frustrações e dores causadas pela morte, pois ciclos que se abrem que precisa ser
fechada de maneira saudável ciclos estes de convivências entres pessoas que são
quebrados..
O atendimento psicológico possibilita ao paciente um ressignificação de forma
adaptativa e ajustada, propiciando uma reorganização de sentimentos acerca de si
mesmo e do mundo. Pretende-se que o indivíduo estabeleça um novo equilíbrio que
lhe permita, não propriamente ultrapassar a perda, mas aprender a viver com ela
(Weiss, 1988, cit. por Shapiro, 1994).